Seleção de Futsal de São Paulo do Potengi

Seleção de Futsal de São Paulo do Potengi
Em pé: João da Revemac, Zé Quirino, Lia de Bento, Elias Alves, Jailson Gordo(tecnico), e Evandro(auxiliar) , Agachados: João Cabral, Valmir de Manoel Bezerra, Totonho e Porrongo(massagista).

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São Paulo do Potengi, Nordeste, Brazil
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sexta-feira, 12 de março de 2010

Copa do Brasil: CBF divulga a tabela da segunda fase

           No final da tarde desta quinta-feira, a Confederação Brasilera de Futebol (CBF) divulgou a tabela da segunda fase da Copa do Brasil. Os jogos de ida acontecem nos dias 17 e 18 de março, enquanto que os duelos de volta serão realizados nos dias 31 de março e 1º de abril, caso necessário. Isso porque o regulamento da competição prevê que em caso de vitória do time visitante no jogo de ida por dois ou mais gols de diferença, não é necessário o duelo de volta.

No dia 17 serão realizados 15 jogos, ficando somente a partida de ida entre Remo-PA e Santos para a quinta-feira, dia 18. O motivo é que um dia antes o Paysandu-PA recebe o Palmeiras no Estádio Mangueirão, em Belém, local em que também será disputado o jogo de quinta-feira entre Remo e Santos. Portanto, a partida teve a data sendo a outra dos demais.


17/03 - 15h30
ASA-AL x Vasco
Corinthians-PR x Ceará
Votoraty x Grêmio

19h30
Santa Cruz x Botafogo ou São Raimundo-PA

21h
São José-AP x Goiás
Náutico x Vitória
Ponte Preta x Portuguesa
Sampaio Corrêa-MA x Atlético-PR
Fortaleza x Guarani
Chapecoense x Atlético-MG

21h50
Atlético-GO x Bahia
Paysandu x Palmeiras
Uberaba-MG x Fluminense
Avaí x Coritiba
Paraná x Sport

18/03 - 21h
Remo-PA x Santos

quinta-feira, 11 de março de 2010

Liga dos Campeões da Ásia

                                          Juninho, ex-Botafogo, marca em vitória do Suwon


Al Sadd, do ex-vascaíno Felipe, massacra Al Ahli com três gols de atacante brasileiro pouco conhecido em solo tupiniquim
O zagueiro Juninho, ex-Botafogo, foi um dos destaques brasileiros na rodada desta quarta-feira da Liga dos Campeões da Ásia. Com um gol de falta do defensor, o Suwon derrotou o Singapore Armed Forces por 2 a 0 em duelo válido pelo Grupo G da torneio. O outro tento foi anotado por um atletia tupiniquim: o desconhecido, e também zagueiro, Mota.

Foi legal, de falta. De longe. Consegui pegar um chute muito bonito e a bola foi no ângulo. Tenho treinado muito e graças a Deus, hoje deu para fazer o gol e ajudar a equipe junto com Mota, que fez o outro. Foi meio que uma vitória brasileira – afirmou Juninho, que conseguiu balançar as redes pela primeira vez com a camisa do Suwon.

No outro jogo do Grupo G, o Gamba Osaka, do Japão, empatou em 1 a 1 com Henan-CHN empataram em 1 a 1. O gol da equipe nipônica foi anotado pelo atacante Lucas (ex-Atlético-PR e Corinthians), de pênalti. Com os resultados, o Suwon assumiu liderança do Grupo G da Liga dos Campeões da Ásia com quatro pontos. Gamba e Henan somam dois e o Singapore Armed Forces tem apenas um ponto.
Em duelo válido pelo Grupo C, o Al Sadd-QAT, do meia Felipe (ex-Fla, Vasco e Flu), goleou o Al Ahli-EMI por 5 a 0 na casa do adversário. No entanto, Felipe não foi o nome brasileiro do jogo. O desconhecido atacante Leandro, que começou a carreira no modetso Nacional-SP em 2005, brilhou no duelo e anotou três gols.

Confira os resultados da 2ª rodada da Champions Asiática


Grupo A
Esteghlal-IRN 0 x 0 Al Jazira-EMI
Al Gharafa-QAT 3 x 2 Al Ahli-ARA

Grupo B
Al Wahda-EMI 1 x 2 Bunyodkor-UZB
Al-Ittihad-ARA 2 x 2 Zobahan-IRN

Grupo C
Pakhtakor-UZB 1 x 3 Al Shabab-EMI
Sepahan-IRN 0 x 0 Al Ain-EMI

Grupo D
Al Ahli-EMI 0 x 5 Al Sadd-QAT
Al Hilal-ARA 3 x 1 Mes Krman-IRN
Grupo E
Melbourne Victory-AUS 0 x 2 Seongnam Ilhwa-COR
Kawasaki Frontale-JAP 1 x 3 Beijing Guoan-CHI

Grupo F
Changchun Yatai-CHI 9 x 0 Persipura-IDO
Jeonbuk-COR 1 x 2 Kashima Antlers-JAP

Grupo G
Gamba Osaka-JAP 1 x 1 Henan Jianye-CHI
Singapore Armed Forces-SIN 0 x 2 Suwon-COR

Grupo H
Shandong Luneng-CHI 0 x 2 Adelaide United-AUS
Pohang Steelers-COR 2 x 1 Sanfrecce Hiroshima-JAP

MANCHESTER UNITED GANHA, REAL MADRI TA FORA


Real Madrid só empata e é eliminado pelo Lyon :

O cenário era perfeito nesta quarta-feira. O astro português Cristiano Ronaldo marcou logo aos seis minutos, no Santiago Bernabéu, e o Real Madrid parecia que garantiria com tranquilidade uma vaga nas quartas de final da Liga dos Campeões. Mas o Lyon estragou a festa. E com um gol aos 30 minutos do segundo tempo, Pjanic garantiu o empate por 1 a 1, a classificação dos franceses e proporcionou a sexta eliminação seguida dos espanhóis nas oitavas de final da competição.


Rooney marca dois e Manchester United goleia :
Depois que Rooney garantiu a vitória por 3 a 2 do Manchester United no jogo de ida, fazendo dois gols, o Milan precisava de uma grande atuação nesta quarta-feira para reverter a vantagem do time inglês e ainda buscar a vaga nas quartas de final da Liga dos Campeões. Mas quem voltou a brilhar foi o atacante do Manchester, ao novamente marcar dois na goleada por 4 a 0, no Old Trafford.

A atuação de Rooney ofuscou por completo o brasileiro Ronaldinho Gaúcho, que via no bom desempenho do Milan na Liga dos Campeões uma chance de convencer Dunga de que ainda merece uma vaga na Copa do Mundo. Na partida em Milão, o meia-atacante até foi bem, liderando sua equipe e ainda marcando um gol. No entanto, Ronaldinho esteve apagado em Manchester, ficando ainda mais longe da África do Sul.

quarta-feira, 10 de março de 2010

CONHEÇA TODAS SELEÇÕES PARTICIPANTES DA COPA 2010


                                                   Todas as Seleções Classificadas :


01 - Africa do Sul
Técnico: Carlos Alberto Parreira (Brasil)
Equipe Base: Fernandez, Fransman, Gaxa, Masilela e Mokoena, Modise, Pienaar, Sibaya e Tshabalala, Mphela e Parker.
Participações em Copas: 2 (1998 e 2002)
Comentário: Depois dos péssimos resultados obtidos na gestão do técnico Joel Santana, a Federação Sul-Africana decidiu demitir o brasileiro e chamar de volta ao cargo seu compatriota, o experiente Carlos Alberto Parreira. Porém, o que falta ao plantel da seleção sul-africana é qualidade. Por isso, pode vir a dar o vexame de se tornar o primeiro país-sede a ser eliminado ainda na primeira fase de uma Copa do Mundo.

02 - Japão
Técnico: Takeshi Okada
Equipe Base: Narazaki, Terada, Takagi, Yasuda e Mizumoto, Shunsuke Nakamura, Inamoto, Endo e Hasebe, Okazaki e Okubo.
Participações em Copas: 3 (1998, 2002 e 2006)
Comentário: A seleção japonesa está bastante renovada em relação à que disputou a Copa de 2006 então sob a batuta do brasileiro Zico. Com bons resultados obtidos em amistosos e durante as Eliminatórias asiáticas, o Japão espera em 2010 passar pela primeira vez além da fase de oitavas-de-final. Um objetivo bastante ousado, podemos dizer.

03 - Austrália
Técnico: Pim Verbeek (Holanda)
Equipe Base: Schwarzer, Chipperfield, Neill, Moore e Wilkshire, Kewell, Culina, Emerton e Cahill, Holman e Kennedy
Participações em Copas: 2 (1974 e 2006)
Comentário: A seleção australiana mantém praticamente a base da última Copa do Mundo, quando atingiu as oitavas-de-final. Treinada quatro anos atrás pelo bem-sucedido holandês Guus Hiddink, ela confia agora o comando a um compatriota de Hiddink, seu ex-assistente Pim Verbeek, que, contudo, enfrenta críticas por armar times com características muito defensivas.

04 - Coréia do Sul
Técnico: Huh Jung-Moo
Equipe Base: Lee Woon-Jae, Oh Beom-Seok, Lee Young-Pyo, Kim Dong-Jin e Cha Du-Ri, Kim Nam-Il, Park Ji-Sung, Kim Jung-Woo e Kim Do-Heon, Seol Ki-Hyeon e Park Chu-Young.
Participações em Copas: 7 (1954, 1986, 1990, 1994, 1998, 2002 (4º lugar) e 2006)
Comentário: A Coréia do Sul é a seleção asiática mais regular em termos de presença em Copas do Mundo. Em 2010, ela participará de sua sétima Copa consecutiva. Seu técnico, Huh Jung-Moo, ex-jogador da seleção, está em sua terceira passagem no comando da equipe nacional. O time pode até ser considerado o melhor do seu continente, mas, na África do Sul, dificilmente repetirá 2002, quando sediou o Mundial e acabou semifinalista.

05 - Coréia do Norte
Técnico: Kim Jong-Hun
Equipe Base: Ri Myong-Guk, Park Nam-Chol, Ji Yun-Nam, Nam Song-Chol e Cha Jong-Hyok, Ahn Young-Hak, Mun In-Guk, Kim Young-Jun e Hong Yong-Jo, Jong Chol-Jin e Jong Tae-Se.
Participações em Copas: 1 (1966)
Comentário: Proveniente de um dos regimes políticos mais fechados do mundo, a seleção norte-coreana foi a maior surpresa das Eliminatórias asiáticas, ao garantir uma vaga na Copa do Mundo depois de 44 anos de ausência. No ano que vem, essa equipe quer voltar a fazer história, uma vez que em 1966, ela chegou como zebra e acabou eliminando a Itália, só parando nas quartas-de-final diante da poderosa seleção portuguesa de Eusébio, Torres e Coluna.

06 - Brasil
Técnico: Dunga
Equipe Base: Júlio Cesar, Maicon, Lúcio, Juan e André Santos, Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká, Robinho e Luis Fabiano.
Participações em Copas: 18 (1930, 1934, 1938 (3º lugar), 1950 (vice), 1954, 1958 (campeão), 1962 (campeão), 1966, 1970 (campeão), 1974 (4º lugar), 1978 (3º lugar), 1982, 1986, 1990, 1994 (campeão), 1998 (vice), 2002 (campeão) e 2006)
Comentário: Depois do vexame na Copa de 2006, a CBF decidiu entregar o comando da seleção brasileira a um ex-jogador com fama de durão e disciplinador. Devido à inexperiência de Dunga na nova profissão, esperava-se que o mesmo durasse apenas algumas partidas no cargo. Porém, três anos depois de sua nomeação, Dunga venceu a Copa América, a Copa das Confederações, foi primeiro lugar nas Eliminatórias Sul-Americanas e recolocou o Brasil de volta ao primeiro posto no ranking da FIFA. Além disso, voltou a instilar nos jogadores da seleção, o sentido de representar o país com a camisa verde-amarela. Por tudo isso, mais uma vez, o Brasil desembarca em uma Copa do Mundo com o selo de favorito.

07 - Gana
Técnico: Milovan Rajevac (Sérvia)
Equipe Base: Kingson, Sarpei, Addo, Mensah e Pantsil, Appiah, Essien, Kingston e Ali Muntari, Amoah e Agogo.
Participações em Copas: 1 (2006)
Comentário: Por sete vezes, Gana foi finalista de campeonatos mundiais sub-17 e sub-20 organizados pela FIFA, sendo o mais bem-sucedido país africano na história destas categorias de base. A nível sênior, contudo, Gana só participou de uma Copa do Mundo, a de 2006, e foi eliminada pelo Brasil nas oitavas-de-final. Para 2010, Gana foi o primeiro país africano a se classificar para a Copa, e espera, desta vez, no seu próprio continente, tornar-se a primeira seleção da África a atingir as semifinais do Mundial. Pela qualidade de seu elenco, podemos apostar que este é um objetivo possível.

08 - Inglaterra
Técnico: Fabio Capello (Itália)
Equipe Base: James, Johnson, Terry, Ferdinand e Ashley Cole, Barry, Lampard, Lennon e Gerrard, Rooney e Heskey.
Participações em Copas: 12 (1950, 1954, 1958, 1962, 1966 (campeão), 1970, 1982, 1986, 1990 (4º lugar), 1998, 2002 e 2006)
Comentário: Nas duas últimas Copas, a Inglaterra desembarcou como uma das favoritas e em ambas decepcionou, caindo prematuramente nas quartas-de-final. Após o vexame da desclassificação nas eliminatórias para a Eurocopa de 2008, a Federação Inglesa decidiu, então, contratar o técnico italiano Fabio Capello que passou a instilar disciplina e um novo sentimento de orgulho a um grupo de excelentes jogadores. E os bons resultados não demoraram a aparecer. Classificada para a Copa, quem sabe se agora não chegou a vez do velho English Team reaver os seus tempos de glória ?

09 - Espanha
Técnico: Vicente Del Bosque
Equipe Base: Casillas, Ramos, Pique, Puyol e Capdevilla, Iniesta, Xavi, Xabi Alonso e David Silva, David Villa e Fernando Torres.
Participações em Copas: 12 (1934, 1950 (4º lugar), 1962, 1966, 1978, 1982, 1986, 1990, 1994, 1998, 2002 e 2006)
Comentário: Nas últimas oito Copas em que participou, a Espanha sempre chegou como favorita e acabou desapontando os seus fãs. A última vez em que foi semifinalista de um Mundial foi no já longínquo ano de 1950. Agora, porém, parece que vai engrenar. No ano de 2008, a “Fúria” finalmente ganhou, com autoridade, um importante título internacional: a difícil e disputada Eurocopa. Um ano depois, porém, tropeçou diante dos EUA na Copa das Confederações e acabou em 3º lugar, perdendo também, de quebra, o primeiro lugar do ranking da FIFA para o Brasil, o que só foi recuperado neste mês de novembro. Mas, a despeito deste percalço, a Espanha, pela qualidade de seus jogadores e pelo seu conjunto, chega à África do Sul mais favorita do que nunca ao título da competição.

10 - Paraguai
Técnico: Gerardo Martino (Argentina)
Equipe Base: Villar, Verón, Da Silva, Julio Cesar Cáceres e Morel, Barreto, Victor Cáceres, Vera e Riveros, Haedo Valdez e Cabañas.
Participações em Copas: 7 (1930, 1950, 1958, 1986, 1998, 2002 e 2006)
Comentário: Nos últimos dez anos, o Paraguai consolidou-se como a terceira força do futebol sul-americano, atrás apenas de Brasil e Argentina. Para a Copa da África do Sul, a seleção guarani confia na batuta do técnico argentino Gerardo Martino, que tem conseguido dar consistência ao time ao montar uma sólida defesa e um ataque que confia nos goleadores Haedo Valdez e Salvador Cabañas, este último um veterano que tem tomado o lugar de Roque Santa Cruz. Resta ao Paraguai tentar ultrapassar, desta vez, a barreira das oitavas-de-final.

11 - Costa do Marfim
Técnico: Vahid Halilhodzic (Bósnia)
Equipe Base: Barry, Kolo Touré, Boka, Eboué e Meité, Zokora, Tiené, Yaya Touré e Emerse Faé, Drogba e Keita.
Participações em Copas: 1 (2006)
Comentário: Disputando apenas a segunda Copa da Mundo de sua história, a Costa do Marfim do craque Didier Drogba tem potencial para fazer história e tentar ser a primeira seleção africana a chegar a uma semifinal de um Mundial.

12 - Alemanha
Técnico: Joachim Löw
Equipe Base: Adler, Lahm, Mertersacker, Friedrich e Westermann, Ballack, Schweinsteiger, Hitzlsperger e Trochowski, Klose e Podolski.
Participações em Copas*: 16 (1934 (3º lugar), 1938, 1954 (campeão), 1958 (4º lugar), 1962, 1966 (vice), 1970 (3º lugar), 1974 (campeão), 1978, 1982 (vice), 1986 (vice), 1990 (campeão), 1994, 1998, 2002 (vice) e 2006 (3º lugar))
Comentário: Com o peso de sua história, o futebol alemão jamais pode ser subestimado em qualquer competição que dispute. Nos últimos anos, a seleção treinada por Joachim Löw vem amadurecendo e conseguindo bons resultados, como o vice-campeonato da Eurocopa 2008 e a boa campanha nas Eliminatórias para a Copa de 2010. Assim, não será surpresa se esta seleção conseguir novamente chegar entre as quatro melhores da próxima Copa do Mundo.
* Considerados os resultados da antiga Alemanha Ocidental (1954-1990)

13 - Dinamarca
Técnico: Morten Olsen
Equipe Base: Sorensen, Christensen, Agger, Jacobsen e Kvist, Christian Poulsen, Jensen, Jakob Poulsen e Silberbauer, Rommedahl e Jon Dahl Tomasson.
Participações em Copas: 3 (1986, 1998 e 2002)
Comentário: Sem maiores destaques e com um time de operários, será difícil vermos na África do Sul, no próximo ano, uma “Dinamáquina”, como ficou conhecida a seleção da Dinamarca na Copa de 1986, quando o atual técnico, Morten Olsen, era uma das estrelas do time. De qualquer maneira, nas Eliminatórias para 2010, este time mostrou competência ao suplantar as seleções mais cotadas de Portugal e Suécia.

14 - Sérvia
Técnico: Radomir Antic
Equipe Base: Stojkovic, Rukavina, Dragutinovic, Vidic e Ivanovic, Stankovic, Krasic, Jankovic e Kuzmanovic, Zigic e Lazovic.
Participações em Copas*: 10 (1930 (4º lugar), 1950, 1954, 1958, 1962 (4º lugar), 1974, 1982, 1990, 1998 e 2006)
Comentário: Na Copa de 2006, as expectativas em torno da seleção da então Sérvia e Montenegro eram muito boas. Porém, o time não estava concentrado em um objetivo maior e acabou em último lugar no Mundial. Agora, somente como Sérvia, os herdeiros da antiga Iugoslávia, boa de bola, esperam causar melhor impressão e, até mesmo, vir a incomodar os grandes favoritos ao título.
* Considerados os resultados da antiga Iugoslávia (1930-1998) e Sérvia e Montenegro (2006)

15 - Itália
Técnico: Marcello Lippi
Equipe Base: Buffon, Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Grosso, Gattuso, Pirlo, Camoranesi e De Rossi, Gilardino e Iaquinta.
Participações em Copas: 16 (1934 (campeão), 1938 (campeão), 1950, 1954, 1962, 1966, 1970 (vice), 1974, 1978 (4º lugar), 1982 (campeão), 1986, 1990 (3º lugar), 1994 (vice), 1998, 2002 e 2006 (campeão))
Comentário: Após o título mundial de 2006, a seleção italiana entrou numa curva descendente. Com uma seleção envelhecida e sem a mesma pegada de antes, a “Squadra Azzurra” fracassou na Eurocopa de 2008. Chamou então de volta o técnico campeão da última Copa, Marcello Lippi, o que pouco mudou os fracos resultados do time. Na Copa das Confederações deste ano, a seleção italiana deu vexame ao não conseguir sequer avançar além da fase preliminar. Além disso, sofreu em 2009, duas goleadas para a seleção brasileira. Apesar dos traumas, a Itália conseguiu carimbar o seu passaporte para a Copa de 2010. Seu momento é ruim, mas esta é uma seleção que tem muita tradição em Copas do Mundo, o que não pode ser subestimado.

16 - Chile
Técnico: Marcelo Bielsa (Argentina)
Equipe Base: Bravo, Medel, Vidal, Ponce e Jara, Milar, Carmona, Fernandez e Sanchez, Suazo e Beausejour.
Participações em Copas: 7 (1930, 1950, 1962 (3º lugar), 1966, 1974, 1982, 1998)
Comentário: Depois de uma ausência de 12 anos, o Chile volta a disputar uma Copa do Mundo, ao terminar as Eliminatórias sul-americanas em 2º lugar, atrás apenas do Brasil. A seleção vive assim uma verdadeira lua-de-mel com a sua torcida, e o técnico argentino Marcelo Bielsa virou herói nacional. Independente contra quem joga, Bielsa tem armado a seleção do Chile sempre voltada para o ataque, o que pode resultar tanto em vitórias excepcionais como em derrotas fragorosas, como nas duas vezes em que jogou contra o Brasil nas Eliminatórias. Porém, no geral, a seleção chilena tem mostrado progresso, a despeito de reunir um time sem estrelas.

17 - México
Técnico: Javier Aguirre
Equipe Base: Ochoa, Salcido, Magallon, Osório e José Antonio Castro, Juarez, Israel Castro, Guardado e Blanco, Giovani dos Santos e Cacho.
Participações em Copas: 14 (1930, 1950, 1954, 1958, 1962, 1966, 1970, 1978, 1986, 1990, 1994, 1998, 2002 e 2006)
Comentário: O México é um país com mais de 100 milhões de habitantes que são fanáticos por futebol. Possui grandes clubes e excelentes estádios, e já sediou a Copa do Mundo por duas vezes. Porém, a despeito de 14 participações em Copas, o México jamais avançou além da fase de quartas-de-final. Para 2010, a seleção esteve seriamente ameaçada de eliminação, quando treinada pelo sueco Sven-Goran Eriksson. A Federação, então, demitiu Eriksson e chamou de volta o técnico Javier Aguirre, que já havia treinado a “Tricolor” na Copa de 2002. De pronto, ele reconvocou o veterano meia-atacante Cuahtemoc Blanco, 36 anos, que já havia jogado as Copas de 1998 e 2002. Aguirre conseguiu arrumar o time a tempo de classificá-lo para a Copa. Com a confiança de volta, restará ao México tentar superar o tabu de jamais ter sido semifinalista de uma Copa do Mundo, jogando suas expectativas numa mistura entre a experiência de Blanco e entre a nova geração representada pelo craque Giovani dos Santos, campeão mundial sub-17, em 2005.

18 - Estados Unidos
Técnico: Bob Bradley
Equipe Base: Howard, Spector, Onyewu, Bocanegra e Bornstein, Dempsey, Clark, Bradley e Donovan, Davies e Altidore.
Participações em Copas: 8 (1930 (3º lugar), 1934, 1950, 1990, 1994, 1998, 2002 e 2006)
Comentário: Nos últimos anos, os EUA têm conseguido melhorar o nível de seu futebol e se tornar um freqüentador habitual de Copas do Mundo. Possui um time mediano com forte aplicação tática e com jogadores fisicamente muito viris, o que sempre a torna uma seleção difícil de bater. Na Copa das Confederações de 2009, depois de eliminar a Itália e a Espanha, viveu por momentos a ilusão de derrotar o Brasil na final, quando depois de terminar o primeiro tempo vencendo por 2 a 0, acabou por tomar a virada na segunda etapa, perdendo por 3 a 2.

19 - Suiça
Técnico: Ottmar Hitzfeld (Alemanha)
Equipe Base: Benaglio, Lichtsteiner, Senderos, Grichting e Spycher, Vonlanthen, Fernandes, Huggel e Barnetta, Frei e Nkufo.
Participações em Copas: 8 (1934, 1938, 1950, 1954, 1962, 1966, 1994 e 2006)
Comentário: Conhecida como a rainha das retrancas, a seleção que inventou o “ferrolho” tem na sua armação defensiva a sua mais forte característica. A contratação do alemão Ottmar Hitzfeld, em 2008, para comandar a seleção, serviu para dar maior consistência ao time que caminhou para a classificação para a Copa de 2010. É um time chato, com grande aplicação defensiva, nenhuma preocupação com o espetáculo e, portanto, difícil de bater.

20 - Eslováquia
Técnico: Vladimir Weiss
Equipe Base: Mucha, Pekarik, Skrtel, Durica e Zabavnik, Kopunek, Strba, Weiss e Hamsik, Sestak e Vittek.
Participações em Copas: será sua primeira participação em Copas do Mundo.
Comentário: No passado, a Eslováquia fazia parte, juntamente com a República Tcheca, da Tchecoslováquia, uma nação de muita tradição no futebol mundial. Com a separação do país, a Eslováquia parecia condenada a ser uma nação futebolística de terceiro mundo quando comparada aos seus vizinhos tchecos. Porém, para a surpresa de muitos, a Eslováquia fez uma boa campanha nas Eliminatórias para a Copa de 2010, eliminando seus vizinhos rivais e carimbando o passaporte para a África do Sul, onde espera fazer algo mais do que ganhar a experiência de estreante.

21 - Argentina
tecnico: Maradona
Equipe Base: Andujar, Schiavi, Demichelis, Otamendi e Heinze, Di Maria, Verón, Higuain e Mascherano, Messi e Gutierrez.
Participações em Copas: 14 (1930 (vice), 1934, 1958, 1962, 1966, 1974, 1978 (campeão), 1982, 1986 (campeão), 1990 (vice), 1994, 1998, 2002 e 2006)
Comentário: Uma das maiores potências do futebol mundial, a Argentina viveu, sob o comando do técnico Diego Maradona, um verdadeiro inferno astral nas Eliminatórias para a Copa de 2010, arrancando a classificação a duras penas somente na última rodada. A verdade é que, apesar dos muitos craques à sua disposição, Maradona ainda não conseguiu fazer seu time jogar como um conjunto. Dessa maneira, um supercraque como Lionel Messi não consegue exibir com a camisa azul-celeste da seleção o mesmo futebol que o consagra no Barcelona. Assim, com problemas na defesa, na armação e na definição das jogadas, Maradona terá poucos meses até a Copa para poder fazer desta Argentina um pouco mais do que um amontoado de craques, e tirar de cima de si a desconfiança do público argentino a respeito da sua capacidade no papel de técnico da seleção nacional.

22 - Honduras
Técnico: Reinaldo Rueda (Colômbia)
Equipe Base: Noel Valladares, Izaguirre, Chávez, Figueroa e Sabillon, Wilson Palácios, Guevara, Turcios e Ramón Nuñez, Pavon e David Suazo
Participações em Copas: 1 (1982)
Comentário: Depois de 28 anos, Honduras volta a disputar uma Copa do Mundo ao ficar com a terceira colocação do hexagonal final da CONCACAF, atrás de EUA e México. Com um time sem maiores destaques, o objetivo da equipe hondurenha é tentar surpreender e alcançar as oitavas-de-final do Mundial.

23 - Holanda
Técnico: Bert van Marwijk
Equipe Base: Stekelenburg, Boulahrouz, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst, Van Bommel, De Jong, Sneijder e Van der Vaart, Kuyt e Huntelaar.
Participações em Copas: 8 (1934, 1938, 1974 (vice), 1978 (vice), 1990, 1994, 1998 (4º lugar) e 2006)
Comentário: Embora seja sinônimo de futebol arte, voltado para o ataque e com grandes craques, a seleção holandesa tem a fama de entregar os pontos na hora da verdade. E foi assim, uma vez mais, na Eurocopa de 2008, quando depois de uma primeira fase espetacular naquela competição, veio a cair diante da Rússia na fase seguinte. Assim, depois de se tornar a primeira seleção européia a se classificar para a Copa de 2010, o maior desafio da equipe treinada por Bert van Marwijk, um ex-jogador que assumiu a “laranja” logo após a Eurocopa de 2008, será tentar riscar esse tabu de não vencer nas horas decisivas.

24 - Nigéria
Técnico: Shaibu Amodu
Equipe Base: Enyeama, Taiwo, Nwaneri, Yobo e Odiah, Mikel Obi, Olofinjana, Obinna e Kanu, Martins e Aiyegbeni.
Participações em Copas: 3 (1994, 1998 e 2002)
Comentário: Ausente da última Copa do Mundo, a tradicional Nigéria está de volta. E desta vez tem a ambição de, no seu próprio continente, se tornar a primeira seleção africana a atingir as semifinais de uma Copa do Mundo. Sua classificação, contudo, não foi atingida facilmente e o time mostra muitas fragilidades que poderão dificultar o seu objetivo na Copa de 2010.

25 - Camarões
Técnico: Paul Le Guen (França)
Equipe Base: Kameni, Womé, Atouba, Rigobert Song e Geremi, Emana, Makoun, Mbami e Nkong, Eto’o e Webó.
Participações em Copas: 5 (1982, 1990, 1994, 1998 e 2002)
Comentário: Uma das mais tradicionais seleções de futebol do continente africano, Camarões está de volta à competição máxima do futebol mundial, após uma ausência de oito anos. Desta vez, jogando em seu próprio continente, espera impressionar e atingir as semifinais. Sua seleção, contudo, não está tão renovada, e ainda confia no taco de veteranos como Rigobert Song, que jogou a Copa de 1994, Geremi e Samuel Eto’o.

26 - Nova Zelândia
Técnico: Ricki Herbert
Equipe Base: Paston, Lochhead, Vicelich, Nelsen e Mulligan, Elliott, Brown, Bertos e Christie, Smeltz e Killen.
Participações em Copas: 1 (1982)
Comentário: Depois de vencer a fraca Eliminatória da Oceania, a Nova Zelândia teve que disputar a vaga para a Copa do Mundo contra o 5º colocado da Ásia, o Bahrein. Uma vitória em casa pela contagem mínima, após um empate em Manama, colocou a equipe neo-zelandesa de volta na Copa do Mundo depois de 28 anos. A seleção, contudo, é frágil, como bem demonstrou na Copa das Confederações deste ano, quando ficou em último lugar de seu grupo, sem conseguir marcar sequer um único gol.

27 - Argélia
Técnico: Rabah Saadane
Equipe Base: Gaouaoui, Bougherra, Belhadj, Yahia e Raho, Mansouri, Achiou, Bezzaz e Ziani, Saifi e Ghilas.
Participações em Copas: 2 (1982 e 1986)
Comentário: A Argélia classificou-se para a Copa de 2010 depois de eliminar o bicampeão africano, o Egito, em um jogo-extra de alto risco, devido à rivalidade das torcidas, realizado no Sudão. Apesar do feito, a seleção argelina, a única representante do mundo árabe na Copa da África do Sul, se dará por feliz se lograr alcançar a segunda fase do Mundial.

28 - Portugual
Técnico: Carlos Queiroz
Equipe Base: Eduardo, Bruno Alves, Ricardo Carvalho, Paulo Ferreira e Pepe, Tiago, Deco, Raul Meireles e João Moutinho, Nani e Cristiano Ronaldo.
Participações em Copas: 4 (1966 (3º lugar), 1986, 2002 e 2006 (4º lugar))
Comentário: Apesar de ter em sua equipe um dos melhores jogadores do mundo da atualidade, o atacante Cristiano Ronaldo, a seleção lusa não é nem sombra da seleção portuguesa que foi vice-campeã européia em 2004 e semifinalista da Copa de 2006. Renovada, e com alguns brasileiros naturalizados em seu plantel, Portugal só conseguiu a vaga para a Copa de 2010 na repescagem.

29 - Eslovênia
Técnico: Matjaz Kek
Equipe Base: Handanovic, Jokic, Cesar, Mavric e Ilic, Koren, Sukalo, Komac e Zlogar, Novakovic e Lavric.
Participações em Copas: 1 (2002)
Comentário: Assim como a Sérvia, a Eslovênia é uma das herdeiras do bom futebol iugoslavo. A seleção eslovena conseguiu a classificação para a segunda Copa do Mundo de sua história protagonizando uma surpresa: a eliminação da favorita Rússia na repescagem. Durante as Eliminatórias provou ter futebol que não deve ser ignorado na Copa de 2010.

30 -Grécia
Técnico: Otto Rehhagel (Alemanha)
Equipe Base: Tzorvas, Spiropoulos, Vyntra, Kyrgiakos e Torosidis, Katsouranis, Karagounis, Basinas e Patsazoglou, Charisteas e Gekas.
Participações em Copas: 1 (1994)
Comentário: Esperava-se que a Grécia, após a conquista da Eurocopa de 2004, conseguisse a classificação para a Copa de 2006. Porém, ela falhou neste intento. Quatro anos depois, bem menos cotada, a Grécia finalmente conquistou a vaga para a Copa de 2010, na repescagem em cima da Ucrânia. Ainda com o mesmo técnico campeão europeu de 2004, o alemão Otto Rehhagel, e com alguns veteranos daquela conquista, a Grécia possui um time focado na defesa e que joga na base de contra-ataques.

31 - França
Técnico: Raymond Domenech
Equipe Base: Lloris, Sagna, Gallas, Evra e Abidal, Ribéry, Govou, Malouda e Toulalan, Anelka e Henry.
Participações em Copas: 12 (1930, 1934, 1938, 1954, 1958 (3º lugar), 1966, 1978, 1982 (4º lugar), 1986 (3º lugar), 1998 (campeão), 2002 e 2006 (vice))
Comentário: Apesar de conseguir a vaga na repescagem e com um gol ilegal, que contou com o toque de mão do veterano Thierry Henry, que vai assim para a sua quarta Copa do Mundo, a França do impopular técnico Raymond Domenech tem um elenco de jogadores de excelente qualidade, que poderá fazer uma boa Copa do Mundo na África do Sul.

32 - Uruguai
Técnico: Oscar Tabárez
Equipe Base: Muslera, Godín, Lugano, Scotti e Maxi Pereira, Gargano, Eguren, Álvaro Pereira e Diego Pérez, Forlán e Abreu.
Participações em Copas: 10 (1930 (campeão), 1950 (campeão), 1954 (4º lugar), 1962, 1966, 1970 (4º lugar), 1974, 1986, 1990 e 2002)
Comentário: Com futebol decadente, o Uruguai se tornou o último dos campeões mundiais a se classificar para a Copa de 2010. Já não está mais entre as melhores forças do futebol sul-americano e seu time não tem qualidade suficiente para sonhar com grandes vôos na próxima Copa do Mundo.

COMANDANTE DUNGA

Para o leitor, a 94 dias de mais uma Copa do Mundo, seguem abaixo os ótimos números de Dunga na seleção brasileira:


Números de Dunga na Seleção Brasileira Principal:
53 jogos, 37 vitórias, 11 empates, 5 derrotas (aproveitamento de 76,7%)
110 gols marcados (média de 2,07 por jogo) e 36 gols tomados (média de 0,68 gols por jogo)

Títulos e Conquistas da Seleção de Dunga:
Campeão da Copa América (2007) e da Copa das Confederações (2009); primeiro colocado nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo.

A COPA CHEGA AO BRASIL - 1950

         
                Em 1938, durante o congresso da FIFA em Paris, Brasil, Argentina e Alemanha apresentaram suas candidaturas para organizar a Copa de 1942. A Alemanha, que havia organizado a Olimpíada de 1936, era um fortíssimo pretendente. Porém, o argumento dos sul-americanos era igualmente forte: depois de duas Copas organizadas na Europa, era chegada a vez da América do Sul voltar a sediar a competição. A decisão final seria tomada no congresso da FIFA em Luxemburgo, marcado para 1940.

Contudo, em 1939, a Alemanha invadiria a Polônia dando início à II Guerra Mundial. O conflito global duraria seis anos e, por razões óbvias, as Copas de 1942 e 1946 acabaram não sendo realizadas. Assim, após o fim da conflagração, um novo congresso, remarcado para Luxemburgo em 1946, com o Brasil agora como candidato único, confirmou a Copa de 1949, depois transferida para 1950, no País sul-americano.
Imediatamente após a escolha do Brasil, iniciaram-se os preparativos para a competição, que incluía a construção daquele que seria o maior estádio do mundo: o Maracanã, com capacidade nominal de 155 mil lugares. A construção do Maracanã, no antigo terreno do Jockey, no Rio de Janeiro, começaria em 02/08/1948 e sua inauguração se daria em 17/06/1950, sete dias antes do início da Copa, ainda com cara de obra inacabada. Outros estádios, em cidades como Porto Alegre, São Paulo, Curitiba, Recife e Belo Horizonte, foram ampliados ou remodelados em poucos meses.

Muitas Desistências :
Para a Copa de 1950, um total de 32 países se inscreveram para participar das Eliminatórias. Elas deveriam definir 14 vagas para o Mundial, uma vez que a Itália, campeã anterior, e o Brasil, País-sede, já tinham os seus lugares assegurados. Porém, as Eliminatórias acabaram sendo afetadas por inúmeras desistências. Fora da competição classificatória estavam Alemanha e Japão, que haviam sido expulsos e ainda não tinham sido readmitidos na FIFA. Outras forças do futebol mundial, tais como Hungria, Tchecoslováquia e Polônia, agora atrás da cortina de ferro comunista que havia descido sobre a Europa, nem chegaram a se inscrever. A Áustria, depois de garantir vaga nas Eliminatórias, desistiu. A Argentina, com a maioria de seus melhores jogadores atuando numa liga pirata na Colômbia, acabou também por desistir da Copa.
Por outro lado, o Mundial de 1950 marcaria o retorno do Uruguai, campeão de 1930, à maior competição de futebol do planeta, e pela primeira vez, teria a presença das seleções britânicas - Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte – todas colocadas em um mesmo grupo classificatório, em que a Inglaterra acabou vencendo. Mesmo assim, as 16 vagas acabaram não sendo preenchidas. Países convidados para ocupar as vagas restantes, surpreenderam com suas desistências. Foram os casos da França, Turquia, Portugal e Escócia. Assim, no final, apenas 13 nações confirmariam presença na Copa organizada pelo Brasil.                                                                                                                                                                        A competição, agora denominada Copa Jules Rimet, em homenagem ao francês que durante 25 anos tinha estado à frente da FIFA, reapresentava ao mundo a taça que havia, nos anos de guerra, sido secretamente guardada nos cofres da FIFA na Suíça, levada pelo dirigente italiano Ottorino Barassi, que tomou tal decisão com receio que a mesma fosse derretida para engordar o tesouro de Mussolini.

Um Brasil Forte e Confiante :
Para jogar e, é claro, ganhar a Copa em sua casa, o Brasil contava com um técnico vencedor, sério e disciplinador: Flávio Costa, então tricampeão carioca com o Vasco, à época conhecido como “Expresso da Vitória”. Porém, Flávio era, desde o momento de sua nomeação para o cargo ainda em 1944, um dos homens mais criticados do País. Em São Paulo, taxavam-no de carioca demais. No Rio, acusavam-no de privilegiar os jogadores vascaínos nas suas convocações. Mas, a verdade, é que grandes jogadores a sua disposição e apoio da CBD não lhe faltariam. A seleção brasileira convocada para a Copa de 1950 possuía magníficos craques como o médio Danilo Alvim e os atacantes Zizinho, considerado o maior jogador do Brasil antes de Pelé, Ademir de Menezes e Jair da Rosa Pinto. Na reserva, Flávio Costa tinha um banco de luxo, onde figuravam craques da envergadura do goleiro Castilho e do lateral Nilton Santos. Às vésperas da competição, porém, uma grande baixa: o ponta-direita Tesourinha, um gaúcho de infernais dribles curtos, se contundiu e acabou sendo cortado e substituído por Friaça. Para o período de concentração, a delegação nacional usaria as confortáveis instalações da estação de águas de Araxá (MG).

Desequilíbrio na Escolha dos Grupos :
O sistema de disputa escolhido para a Copa de 1950 tinha seus problemas. Com o receio de eliminações precoces, como a experimentada por si próprio na Copa de 1934, quando jogou uma só partida e teve que voltar para casa, o Brasil propôs mudar o sistema do tradicional “mata-mata” para o de grupos na primeira fase. Segundo os brasileiros, o novo sistema aumentaria também o número de partidas da competição e incrementaria a arrecadação. A proposta, no entanto, encontraria muita resistência por parte da FIFA, que a considerava um atentado ao próprio espírito da Copa. Porém, no final, a sugestão brasileira foi acatada, havendo, contudo, o absurdo de se deixar 2 grupos com quatro Países, 1 com três e outro, o do Uruguai, com apenas mais uma seleção, a fraca Bolívia. Assim, o Brasil, para chegar a partida final, teria que jogar seis vezes, enquanto o Uruguai, apenas quatro vezes.
A segunda fase também teria uma novidade: seria disputada em um turno final com grupo único formado pelos vencedores das chaves da primeira fase. Assim, não teríamos uma partida final propriamente dita, mas um grupo onde todos jogariam contra todos.

Os Favoritos :
Além de um empolgado Brasil, a Copa tinha na Inglaterra, na Itália, na Suécia e na Espanha, as seleções favoritas ao título. Treinada por Walter Winterbotton, a seleção da Inglaterra era a grande novidade na Copa do Mundo. Tinha um time forte, cheio de talentos, onde se destacavam Tom Finney, Billy Wright, Stanley Mortensen, Wilf Mannion e o veterano Stanley Matthews. A bicampeã Itália, por sua vez, chegou a São Paulo após uma longa viagem de navio, bastante desfalcada depois de uma terrível tragédia: um ano antes, o magnífico time do Torino, tricampeão italiano e base da “Squadra Azzurra”, durante viagem de avião, de Lisboa para Turim, foi vítima de um acidente aéreo, o desastre de Superga, que vitimou todos os seus jogadores, entre eles Bacigalupo, Ballarin, Maroso, Rigamonti, Loik, Gabetto e Valentino Mazzola, pai de Sandro Mazzola, que atuaria pela Itália na final da Copa de 1970. Isso, porém, não diminuía a atenção dispensada àquela seleção.
A Suécia, treinada pelo inglês George Raynor, era outra força da competição, com destaque para o jovem atacante Nacka Skoglund, de apenas 20 anos. E a Espanha, que possuía uma de suas melhores seleções de todos os tempos, onde destacavam-se o veloz ponta-esquerda Gainza e o centroavante Zarra. O Uruguai, pelo contrário, não ganhava uma competição continental desde o Sul-Americano de 1942, e sua seleção era considerada velha e ultrapassada. Porém, ainda em 1950, pouco antes da Copa, o Brasil jogaria três partidas contra o Uruguai válidas pela Taça Rio Branco: perderia uma e ganharia duas, todas por placar apertado com diferença de um gol. A luz amarela deveria ter sido acendida.

O Brasil na Primeira Fase :
Pelo grupo 1, o Brasil foi sorteado ao lado de Iugoslávia, México e Suíça. A estréia da seleção nacional foi tranqüila com uma goleada de 4 a 0 sobre o fraco México. Na partida disputada no Maracanã, Flavio Costa, com Zizinho contundido, escalou um ataque que jamais havia jogado junto: Maneca, Ademir, Baltasar, Jair e Friaça. No meio-campo, Flavio apostou numa linha carioca, formada por Eli, Danilo e Bigode. Resultado: a seleção venceu, mas não convenceu. Logo em seguida, a seleção viajou para São Paulo para enfrentar a Suíça. No Pacaembu, Flavio Costa tentou fazer média com a torcida paulista e fez modificações radicais na equipe escalando no meio-campo três paulistas – Bauer, Rui e Noronha - todos do São Paulo. E no ataque, montou o time com Alfredo, Maneca, Ademir, Baltasar e Friaça. A mudança não deu certo e o Brasil deixou o campo vaiado ao não passar de um perigoso empate de 2 a 2 contra uma Suíça, que confiava na tática do ferrolho, armado pelo seu técnico Franco Andreoli. O empate forçava o Brasil a vencer a Iugoslávia de qualquer maneira para se classificar para a próxima fase do Mundial, afinal aquela seleção européia havia vencido os seus dois compromissos iniciais contra a Suíça (3 a 0) e o México (4 a 1). Porém, desta vez, com Zizinho recuperado, Flavio Costa acertaria em cheio na escalação do “scratch” nacional, com um meio-campo formado por Bauer, Danilo e Bigode, e um ataque armado com Maneca, Zizinho, Ademir, Jair e Chico. O Brasil acabaria vencendo por 2 a 0, com gols de Ademir e Zizinho, um em cada tempo de jogo, e se classificando para o turno final. Este foi o jogo em que o técnico do Brasil abandonou a sua tradicional formação em “diagonal” para adotar até o final da Copa, um WM ortodoxo. Nessa partida, o iugoslavo Rajko Mitic, ao entrar em campo, bateu a cabeça em uma barra metálica na boca do túnel do vestiário e só entrou em campo após dez minutos de bola rolando. Ele foi um dos melhores jogadores em campo.

Uma Zebra Monumental :
 Pelo grupo 2, Inglaterra e Espanha eram os grandes favoritos contra EUA e Chile. Na primeira rodada, nenhuma surpresa: a Inglaterra fez sua estréia em Copas sem empolgar batendo o Chile por 2 a 0, enquanto a Espanha venceria os EUA por 3 a 1. Porém, na rodada seguinte, aconteceria uma zebra monumental. Em partida realizada no estádio Independência, em Belo Horizonte, diante de 12 mil pessoas, a seleção dos EUA bateria a orgulhosa e superfavorita Inglaterra por 1 tento a 0, gol marcado pelo haitiano Joe Gaetjens aos 37 minutos do segundo tempo. O resultado da partida foi ainda mais surpreendente pelo fato da equipe norte-americana ter sido formada às pressas, em Nova York, com jogadores escoceses, ingleses e até portugueses naturalizados, como eram os irmãos John e Edward Sousa. Perto do talento e da disciplina inglesa, aquele era um time de aprendizes. A saga, porém, acabaria virando até filme de Hollywood, em 2005, com o título de “The Game of Their Lives”. A Inglaterra ainda levaria outro golpe três dias depois ao perder por 1 a 0 para a Espanha, para voltar para casa mais cedo, eliminada na primeira fase.
No grupo 3, a Suécia se imporia à Itália, ainda não recuperada do desastre de Superga, e a um valente Paraguai. Na principal partida deste grupo, a Suécia bateu a Itália por 3 a 2. E pelo grupo 4, absurdamente formado por apenas duas seleções, o Uruguai não teve dificuldades em golear a fraquíssima Bolívia por 8 a 0, e assegurar seu lugar na próxima fase, praticamente sem precisar suar a camisa.

A Tragédia do Maracanã :

Enfim, sobreveio o turno final com as quatro seleções classificadas após a fase de grupos: Brasil, Espanha, Suécia e Uruguai. A estréia do Brasil nesta fase contra a Suécia, em um Maracanã lotado com mais de 138 mil pessoas, foi sensacional. Flavio Costa manteve o time que havia vencido a Iugoslávia na partida anterior, e a torcida foi brindada com um show de gols. O Brasil goleou por incríveis 7 a 1, com quatro gols de Ademir. Na mesma rodada, no Pacaembu, em São Paulo, um determinado Uruguai arrancaria um empate em dois gols contra a favorita Espanha. Na segunda rodada, mais um espetáculo do Brasil. No Maracanã, agora abarrotado com mais de 167 mil pessoas, a seleção nacional arrasou e desmoralizou a Espanha por impensáveis 6 a 1. Foi um jogo de jogadas sensacionais, dribles e passes perfeitos. A torcida, alucinada com o show brasileiro, cantava em uníssono no estádio a música de sucesso da época, apropriadamente chamada de “Touradas em Madri”. Diante de partida tão perfeita, o Brasil assumia definitivamente a condição de favorito ao título. No mesmo dia, em São Paulo, discretamente, o Uruguai venceria a Suécia por apertados 3 a 2. Assim, os resultados garantiam ao Brasil, na rodada final, o direito de empatar com o Uruguai para chegar ao inédito título mundial.

Os dois jogos da terceira e última rodada do turno final da Copa de 1950 foram disputados na mesma hora do dia 16 de julho. No Pacaembu, em São Paulo, a Suécia surpreendeu ao vencer a Espanha por 3 a 1, conquistando assim o terceiro lugar do Mundial. O sucesso do time sueco na competição valeu posteriormente a contratação maciça de seus jogadores por clubes italianos. Na partida que valia o título, Brasil e Uruguai se enfrentaram no Maracanã. Calcula-se que mais de 200 mil pessoas se acotovelavam no estádio. A festa estava pronta para o primeiro título mundial do Brasil. Porém, os uruguaios estavam dispostos a mudar o enredo desta história. A primeira etapa foi nervosa. Porém, logo ficou claro que a principal jogada do Brasil que havia dado tão certo nas partidas anteriores, as triangulações no ataque entre Zizinho, Ademir e Jair, estava sendo anulada eficientemente pela defesa adversária que jogava com três zagueiros plantados, um outro atrás na sobra e dois meias recuados ajudando a defesa. Enquanto isso, o capitão Obdulio Varela atuava aos berros comandando sua equipe como um autêntico maestro. Diante de tanta cautela, o primeiro tempo acabou em um empate sem gols. Porém, logo aos 5 minutos da etapa final, Friaça recebeu de Zizinho, bateu Rodriguez Andrade na corrida, chutou cruzado e abriu o placar para o que se acreditava ser o início de uma grande vitória. Porém, os uruguaios não se entregariam, passando a explorar sua jogada mais perigosa: a velocidade de Ghiggia pela direita. Apesar da vantagem no placar, os brasileiros pareciam apáticos. Assim, aos 21 minutos, Schiaffino empataria após um cruzamento de Ghiggia, sem chance para Barbosa. Com o gol inesperado, um silêncio de morte se abateu sobre o Maracanã. Contudo, o empate ainda dava o título ao Brasil. Todavia, aos 34 minutos, sobreveio o lance capital do jogo: novamente acionado pela direita, Ghiggia avançou sobre o zagueiro Bigode, correu até a linha de fundo e, quando se esperava novo cruzamento, ele chutou torto, sem ângulo. A bola, porém, para desespero de toda a nação brasileira, acabou entrando sobre o corpo de Barbosa. Estava decretada a maior tragédia da história do futebol brasileiro. O episódio que passou a história como o “Maracanazo”. Enquanto uma geração brilhante do futebol brasileiro era condenada para todo o sempre pelo seu fracasso retumbante, os uruguaios comemoravam ruidosamente o bicampeonato mundial de futebol.

Ficha Técnica da Final
Uruguai 2 x 1 Brasil
Local: Estádio Maracanã (Rio de Janeiro)
Público: 174.000
Juiz: George Reader (Inglaterra)
Assistentes: Arthur Ellis (Inglaterra) e George Mitchell (Escócia)
Gols: Friaça 3, Schiaffino 21 e Ghiggia 34 do 2º tempo.

Uruguai: Maspoli, Matias Gonzalez e Tejera, Gambetta, Obdulio Varela e Rodriguez Andrade, Ghiggia, Perez, Miguez, Schiaffino e Moran.
Técnico: Juan Lopez
Brasil: Barbosa, Augusto e Juvenal, Bauer, Danilo e Bigode, Jair, Zizinho, Friaça, Ademir e Chico.
Técnico: Flavio Costa


Os Campeões do Mundo


URUGUAI
Goleiros: Maspoli (Peñarol) e Aníbal Paz (Nacional)
Defensores: Gambetta (Nacional), Juan Carlos Gonzalez (Peñarol), Matias Gonzalez (Atlético Cerro), Martinez (Rampla Juniors), Tejera (Nacional) e Vilches (Atlético Cerro)
Meias: Ortuño (Peñarol), Pini (Nacional), Rodriguez Andrade (Central) e Obdulio Varela (Peñarol)
Atacantes: Britos (Peñarol), Burgueño (Danúbio), Ghiggia (Peñarol), Miguez (Peñarol), Moran (Atlético Cerro), Julio Perez (Nacional), Rijo (Central), Romero (Danúbio), Schiaffino (Peñarol) e Vidal (Peñarol)
Técnico: Juan Lopez

Campanha: 4 J, 3 V, 1 E, 0 D, 15 GF, 5 GC

Números da Copa de 1950 :
Países participantes: 13
Número de jogos: 22
Gols marcados: 88 (4 gols por jogo)
Público: 1.036.000 (47.091 por jogo)
Cidades-sede: 6
Artilheiro: Ademir de Menezes (Brasil), com 9 gols
Posição do Brasil: 2º lugar

CBF divulga tabela do Brasileirão 2010

Últimos campeões, Flamengo e São Paulo fazem duelo na primeira rodada

          A CBF divulgou na tarde desta segunda-feira as tabelas das Séries A e B do Campeonato Brasileiro de 2010. E a primeira rodada da Primeira Divisão põe frente a frente os dois últimos campeões brasileiros, Flamengo e São Paulo, se enfrentam domingo, no Maracanã. O Vasco, que retorna à elite do futebol nacional, estreia fora de casa, diante do Atlético-MG, no Mineirão.
No primeiro dia de jogos, os alvinegros Botafogo e Santos se enfrentam no Engenhão. Reestreante da Série A, o Atlético-GO recebe o Grêmio no Serra Dourada, e o Palmeiras enfrenta o Vitória no Palestra Itália. O Prudente, que mudou para este nome na semana passada, ainda aparece na tabela da CBF como Barueri.

Sábado, 08/05 -  Serie "A"


18h30m – Botafogo x Santos – Engenhão
18h30m – Atlético-GO x Grêmio – Serra Dourada
18h30m – Palmeiras x Vitória – Palestra Itália

                                                    Domingo, 09/05 - Serie "A"

16h - Flamengo x São Paulo – Maracanã
16h - Atlético-MG x Vasco – Mineirão
16h - Internacional x Cruzeiro – Beira-Rio
16h - Corinthians x Atlético-PR – Local a definir
18h30m - Ceará x Fluminense – Castelão
18h30m - Guarani x Goiás – Brinco de Ouro
18h30m - Avaí x Prudente – Ressacada

Sexta, 07/05 - Serie "B"


21h - ASA x Ponte Preta - Local a definir
21h - Portuguesa x VIla Nova - Canindé
21h - América-MG x Bragantino - Local a definir
21h - Bahia x América-RN - Pituaçu

                                                       Sábado, 08/05 - Serie "B"

16h - Brasiliense x Sport - Serejão
16h - Náutico x Coritiba - Aflitos
16h - São Caetano x Figueirense - Anacleto Campanella
16h - Icasa x Santo André - Mauro Sampaio
16h - Paraná x Ipatinga - Durival de Brito
21h - Guaratinguetá x Duque de Caxias - Dário Leite

menino de 11 anos se feriu gravemente jogando na mesma quadra

            Lasca da quadra do ginásio Joaquim Prestes que perfurou a panturrilha de Giuliano

           Em outubro de 2008, durante um campeonato entre escolinhas de futsal no Ginásio Joaquim Prestes, em Guarapuava (PR), Giuliano Magela, com 11 anos na época, tentou fazer um cruzamento na linha de fundo e caiu. Uma lasca da quadra, de 23cm, se soltou e ficou atravessada na panturrilha do garoto. De lá, ele foi encaminhado para o hospital e, após cirurgia, sobreviveu. No último sábado, um ano e cinco meses depois, o atleta Robson Rocha Costa, do Atlético Deportivo de Guarapuava, não teve a mesma sorte. Ele também foi socorrido rapidamente depois que um fragmento do piso se soltou, atravessou sua coxa e perfurou seu intestino, mas não resistiu e morreu na manhã do dia seguinte.

O pai de Giuliano, o publicitário Geraldo Magela, lembra que, na época, os administradores do ginásio prometeram tomar uma atitude para que o episódio não se repetisse.
- Eu não estava no local por motivos de trabalho, mas o treinador e os coordenadores do time do meu filho disseram que os administradores prometeram investigar o que tinha acontecido, porque a quadra era nova, tinha sido reformada há pouco tempo. Disseram que lamentavam, mas nada foi feito. Ele vê os vídeos e diz que é exatamente no mesmo local que aconteceu com ele. Tem até o risco da grande área na lasca que a gente guardou para comprovar – disse o pai do menino.
Magela afirma que o filho voltou para Cascavel, onde moram, ainda com fragmentos da lasca. Embora os exames iniciais tenham apontado a retirada total da madeira, o local inchou nos dias seguintes, e, depois de um raio-x, foram encontrados alguns pedaços do piso. Giuliano tem a cicatriz até hoje.

- Ele ficou com marcas, que comprovam que há problemas na quadra. Ele vai ficar marcado para o resto da vida. Volta e meia ele reclama de dor, quando o tempo muda, essas coisas. Falaram que foi uma fatalidade, e graças a Deus meu filho está bem. Mas aí, um ano e cinco meses depois, acontece a mesma coisa, no mesmo local. É um absurdo. Não é algo casual. Foi reincidência – afirmou.
Supervisor do clube de Robson, Jose Valter Liberato não lembra do caso de Giuliano. Ele acredita que foi em uma competição organizada sem o aval da Secretaria de Esportes e Recreação de Guarapuava.
- A gente não tem conhecimento desse fato. Ficamos sabendo por alto agora, mas acho que não era uma competição organizada pela Secretaria. Mas também era uma outra gestão, outras pessoas. Realmente não sabemos.
Ex-jogador da equipe de Guarapuava e atualmente no Cascavel, Davi Trindade também recorda de um episódio parecido, ainda que em menor escala. Um atleta do Japão, que veio fazer testes no time paranaense, se feriu na quadra durante um treino no ano passado.
- Não dá para comparar. Foi uma lasca de uns dois centímetros. Ele caiu, e um fragmento acabou entrando nas nádegas, perto das costas. Mas a quadra é muito boa. Foi uma fatalidade – lamentou o jogador.

terça-feira, 9 de março de 2010

Ronaldinho Gaúcho diz que sonhou com a temporada que vem fazendo na Europa

Atacante do Milan destaca confiança na vitória sobre o Manchester United, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões



Em entrevista ao site da UEFA, nesta segunda-feira, o atacante Ronaldinho Gaúcho falou da sua expectativa para o confronto com o Manchester United, que vale vaga nas quartas de final da Liga dos Campeões, na próxima quarta-feira, na Inglaterra. Com nove gols e 15 assistências nesta edição do Campeonato Italiano, Ronaldinho também explicou que estava planejando uma temporada como a que vem fazendo.

- Eu estava trabalhando e pensando sobre isso na pré-temporada. Estou muito feliz de estar colocando em prática esse sonho. Tive um momento, no Barcelona, quando nós não ganhamos títulos, e quando você não ganha títulos, é normal receber críticas. Mas estou feliz por estar de volta a um clube grande que luta em duas competições. Estou feliz por ter um estilo de jogo que muita gente gosta. É um privilégio poder fazer o que eu mais gosto e ficar no meu próprio caminho - explicou.
Sobre o confronto com o Manchester United, Ronaldinho demonstrou confiança na conquista da vaga para as quartas de final. No jogo de ida, na Itália, o Milan acabou derrotado por 3 a 2. Para o jogador brasileiro, a união do time italiano pode ser a chave para a classificação.
- Vai ser um jogo muito difícil, mas nada é impossível. Estamos bem unidos nesse objetivo. Acho que vai ser um jogo muito bonito. Precisamos de um resultado positivo, por isso vamos jogar pela vitória. Eles estarão jogando em casa com seu próprio estilo, porque o técnico sempre os faz jogar dessa maneira. Tem todos os ingredientes necessários para ser um grande jogo - disse.
Ronaldinho também destacou o trabalho do técnico Leonardo na sua recuperação. Para o jogador, ele é um profissional que vem se destacando de maneira impressionante.
- Leonardo já está mostrando as suas qualidades por isso estou muito feliz por ele. É perfeito ter um monte de brasileiros juntos e o melhor é que estão em um nível muito elevado - finalizou.

Patrícia Amorim avisa que tem coragem para rescindir contrato de Adriano

 
          Ainda não foi nesta segunda-feira que Patrícia Amorim conversou com os envolvidos no episódio Chatuba. A presidente adiou para “terça ou quarta” o encontro com Adriano. Mas antes avisou que a reincidência do jogador em episódios de indisciplina pode fazer tomá-la uma medida extrema: a rescisão de contrato.

- Os acontecimentos são ruins para o nome do Flamengo e preciso entrar em campo. Tenho coragem para admitir e também para rescindir (o contrato). O Flamengo é maior do que eu e Adriano juntos. Se não for possível resolver os problemas terei que tomar uma postura que pode não agradar a todos.
O discurso de Patrícia tem eco nas pessoas que a rodeiam no gabinete da presidência. Muitos consideram que o bônus de ter o Imperador não compensa a exposição negativa na mídia. A posição é contrária à de Marcos Braz e também causaria enorme desconforto no grupo de atletas. Apesar das constantes faltas, Adriano é o jogador mais querido no Rubro-Negro.
Na noite de sexta-feira, um episódio evidenciou o distanciamento entre a presidência e o departamento de futebol. O assessor de Patrícia, Bernardo Monteiro, reclamou que o vice de futebol não comunicou a ela sobre o problema de Adriano. A resposta do dirigente, que passou o dia reunido com o jogador, veio acompanhada por um palavrão. Os dois conversaram nesta segunda-feira e Braz recebeu um chamado.
- Tenho uma pessoa de confiança no futebol, mas não pode deixar os problemas chegarem aqui. Se chegarem, vou ter capacidade de resolver. Mas vou puxar a orelha, como eu fiz – afirmou Patrícia.

A dirigente se defendeu do sumiço no fim de semana, no auge da crise pessoal do Imperador. Ela alega que esteve no jogo de basquete na manhã de domingo, mas não foi procurada por ninguém para dar declarações.

Bola vai rolar de norte a sul do país e mundo afora

Confira a programação da semana:


Terça-feira


Inglês - 21ª rodada
Sunderland 4x0 Bolton
Inglês - 22ª rodada
Portsmouth 1x2 Birmingham

Liga dos Campeões - Oitavas-de-final (volta)
Arsenal-ING 5x0 Porto-POR (Arsenal Classif.)
Fiorentina-ITA 3x2 Bayern Munique-ALE (Bayern Classif.)

Libertadores -
Racing-URU 2x1 Cerro Porteño-PAR
Bolívar-BOL 0x0 Estudiantes-ARG
Universidad Católica-CHI 2x2 Universidad do Chile-CHI
Deportivo Cuenca-EQU 2x0 Monarcas Morelia-MEX


Tocantinense - 2ª rodada
Gurupi 4x0 Tubarão
Palmas 1x1 Interporto
Intercap 0x1 São José

                                                          Quarta-feira


Francês - 25ª rodada
Bourdeaux 1x2 Auxerre

Campeonato Capixaba - 6ª rodada
Desportiva 2x2 Linhares
Jaguaré 1x1 Espírito Santo

Rio Branco 2x1 Vitória


Sergipano (9ª rodada)
Guarany 2x2 São Domingos
Olímpico 0x1 Itabaiana

Sul-Matogrossense - 8ª rodada
Pantanal 1x5 Águia Negra
Serc 2x0 MS/Saad
Cene 1x1 Rio Verde
União 2x4 Misto
Aquidauanense 1x1 Costa Rica


Liga dos Campeões - Oitavas-de-final (volta)
Manchester United-ING 4x0 Milan-ITA (Manchester Classif.)
Real Madrid-ESP 1x1 Lyon-FRA  (Lyon Classif.)

Inglês - 21ª rodada
Burnley 1x1 Stoke City

Copa do Brasil - 1ª fase (volta)
Fluminense-RJ 2x0 Confiança-SE (Flu Classif.)
Guarani-SP 2x1 Araguaína-TO (Guarani Classif.)
Nacional-AM 2x2 ASA-AL (Asa Classif.)
Goiás-GO 0x0 Ituiutaba-MG (Goias Classif.)
América-RN 0x1 São José-AP (São José Classif.)
Vitória-BA 4x0 Corinthians Alagoano-AL (Vit. Classif.)
Santa Cruz-PE 3x0 América-AM (Sta Cruz Classif.)
Londrina-PR 0x2 Uberaba-MG (Uberaba Classif.)
Coritiba-PR 1x0 Luverdense-MT (Coritiba Classif.)
Remo-PA 4x1 São Mateus-ES (Remo Classif.)
Brasiliense-DF 2x1 Chapecoense-SC (Brasiliense Classif.)
Náutico-PE 3x1 Ivinhema-MS (Nautico Classif.)
Santos-SP 10x0 Naviraíense-MS (Santos Classif.)
Botafogo-RJ x São Raimundo-AM
   Libertadores -
 Once Caldas-COL 1x1 Monterrey-MEX
Nacional-URU 2x2 Banfield-ARG
Independente Medelín-COL 1x1 Corinthians-BRA
Caracas-VEN 1x3 Flamengo-BRA
Alianza Lima-PER x Juan Aurich-PER

Mineiro - 5ª rodada
América-TO x Atlético (Adiado)

Cearense - 4ª rodada 2° turno
Boa Viagem 3x2 Limoeiro
Ceará 0x0 Maranguape
Horizonte 4x1 Guarany
Itapipoca 1x0 Crato
Quixadá 0x2 Fortaleza

Matogrossense - 11ª rodada
Operário x Luverdense (Adiado)
Barra do Garças 3x2 Palmeiras
Cáceres 0x1 Sinop
União Rondonópolis 0x0 Araguaia
Cacerense x Cuiabá - 11/03
CRAC x Sorriso - 11/03
Mixto x Rondonópolis(Adiado)

segunda-feira, 8 de março de 2010

E O FLU É O MELHOR DOS GRANDES DO RIO

  
       O Vasco continua na sua depressão pós-Taça Guanabara. O Botafogo vive uma preocupante acomodação depois de ganhar o primeiro turno. E o Flamengo se atrapalha com seus problemas extra-campo, histórias inacreditáveis e declarações bizarras por todos os lados. Resta quem para assumir o posto de favorito dessa chatíssima Taça Rio? O Fluminense. Tem um bom elenco, a mesma base de 2009 e parece o mais tranquilo e seguro nesse momento. A boa atuação e a vitória no Clássico Vovô desse domingo só reforça minha tese. O time jogou muito melhor do que o Botafogo e, mesmo com o susto do primeiro tempo, teve serenidade para se impor no segundo e vencer de virada.

Durante todo clássico de hoje, com pouco mais de 17 mil pagantes (que sucesso é a Taça Rio!), o Fluminense foi melhor do que o Botafogo. Jogou adiantado, marcando no campo dos alvinegros, tinha postura, atitude e variava as jogadas. O inacreditável gol perdido por Fred só reforçava essa tendência. Até que veio um pênalti bobo e Herrera fez 1 a 0. Injusto pelo que era a partida. Mas, dane-se a justiça no futebol, o Botafogo estava na frente
Nada mudou no segundo tempo. O Fluminense continuou melhor. Muito superior. Na verdade, tivemos duas diferenças. Na primeira delas, Maicon cruzou e, diferentemente do primeiro tempo, Fred não perdoou. Acertou um voleio lindíssimo e empatou, aos 16 minutos. A segunda das diferenças. Seis minutos depois, Conca entrou duro demais em Lucio Flavio e foi expulso. Parecia que os alvinegros poderiam aproveitar a vantagem. Mas continuaram retraídos e ainda deram a igualdado aos tricolores, graças ao tolo cartão vermelho recebido por Herrera.

Com 10 contra 10, os espaços aumentaram e o Fluminense continuou em cima. Até que, na reta final do clássico, a jóia We3llington Silva fez a jogada individual e, na indecisão da zaga alvinegra, Mariano fez 2 a 1. Justo. O Fluminense jogou mais. E se credencia como favorito para levar a Taça Rio. Cabem aos outros três grandes queimarem a minha língua.

zagueiro Ciro, do América, desmaia durante jogo contra o Olaria

  
                           Jogador sai da Rua Bariri de ambulância, faz exames, e passa bem

Durante a vitória do América por 1 a 0 sobre o Olaria, neste domingo, pela terceira rodada da Taça Rio, o zagueiro Ciro, da equipe rubra, desmaiou em campo, com alteração nos batimentos cardíacos. O jogador foi retirado da Rua Bariri de ambulância, fez exames médicos em um hospital, mas nada grave foi detectado

Marcos Braz revela problema de Adriano com álcool e nega uso de droga ilícita



     No Flamengo, Adriano nunca falta a um treino, mas sim é dispensado pela diretoria para resolver questões particulares. Desta vez, o Imperador está passando por problemas pessoais mais sérios. A confusão envolvendo a noiva do jogador, Joana Machado, na noite de quinta para sexta-feira, fez com que o camisa 10 rubro-negro se refugiasse em sua casa em Búzios, na Região dos Lagos. Segundo o vice de futebol do Flamengo, Marcos Braz, o Imperador foi "afastado" para colocar a cabeça no lugar, uma vez que teve uma recaída com um sério problema: o consumo exagerado de álcool.

- Não estou dizendo que ele é alcoólatra, mas o episódio com a noiva o levou novamente a procurar a bebida. Infelizmente, algumas pessoas acabam falando demais. Elas têm de parar com essa inverdade de que ele está usando drogas ilícitas.
Os nove dias sem aparecer na Gávea - incluindo o período em que serviu à seleção brasileira no amistoso contra a Irlanda - terminaram com a confusão em um baile funk na favela da Chatuba. Assim, Adriano não foi submetido a um treinamento especial para enfrentar o Resende, no último sábado, em Volta Redonda, pelo Estadual, e o Caracas, na próxima quarta-feira, na Venezuela, pela Taça Libertadores.
A opção por preservar o seu principal jogador acabou gerando histórias que deixaram o dirigente bastante chateado. Marcos Braz não escondeu a irritação quando soube das suposições levantadas de que o clube teria tirado Adriano do jogo contra o Caracas porque a Conmebol é bem mais rigída quando o assunto é o antidoping.
- O grande problema é que as pessoas estão levantando hipóteses de que o Flamengo está acobertando um problema do Adriano por doping, mas isso nem de longe é verdade. Todos sabem que o problema dele é outro, o histórico com bebida - disse.
O dirigente foi mais enfático em entrevista à Rádio Bandeirantes, mais cedo.
- Ele tem problema com a bebida. Quando começa, não consegue parar.

Entenda o caso

Após retornar de Londres com a seleção brasileira, na última quinta-feira, Adriano foi a uma festa na Barra da Tijuca (Zona Oeste), acompanhado do goleiro Bruno, dos atacantes Vagner Love e Dênis Marques e do zagueiro Álvaro, entre outros. De lá, acompanhado pelos companheiros de Flamengo, seguiu para o Complexo do Alemão e participou de um baile funk numa quadra poliesportiva.

Pouco tempo depois de chegarem ao local, ele foram surpreendidos pelos gritos da noiva do Imperador, Joana Machado. Alterada e ofendendo os atletas, ela atirou pedras e atacou o carro do noivo e de outros três jogadores. O veículo do atacante ficou bastante danificado. Outros dois perderam, respectivamente, um retrovisor e um para-brisa. O quarto foi atingido em uma das portas.
Um dos jogadores reagiu e discutiu asperamente com Joana. Os outros, atônitos, apenas levaram as mãos à cabeça diante da cena que assistiam. Adriano interveio e a empurrou. A personal trainer caiu no chão e foi aconselhada a ir embora.
Desnorteado e envergonhado com o fato, Adriano conversou com a diretoria do Flamengo e explicou que não teria condição de treinar no fim de semana. Ele foi liberado até segunda-feira, seguiu para a sua casa em Búzios e não viajará com a delegação para a Venezuela, onde o time enfrenta o Caracas na quarta, pela Libertadores.

Jogador nigeriano desmaia em campo e morre a caminho do hospital

            O atacante Endurance Idahor, de 25 anos, morreu neste sábado a caminho de um hospital de Catum, depois de ter desmaiado em campo durante o jogo entre o Al Merreikh, seu clube, e o Al Amal, em Omdurman, no Sudão. A causa da morte ainda não foi revelada. O jogador deverá ser submetido a uma autópsia para que o mistério seja solucionado.

Idahor, de 25 anos, estava na área adversária para a cobrança de uma falta no início da partida, aos 13 minutos. Durante a sua movimentação para sair da marcação adversária, desmaiou e caiu com o rosto no gramado. Em seguida, começou a tremer, chamando a atenção de todos que estavam no estádio.

O árbitro solicitou o atendimento dos médicos imediatamente. Jogadores de ambos os times, desesperados, reagiram de várias maneiras. Uns choraram, outros tentaram ajudar.
Os médicos removeram o atacante em uma maca e o colocaram em uma ambulância. Idahor precisou de reanimação, mas não resistiu e faleceu a caminho do hospital.
Um oficial da Federação de Futebol do Sudão, que estava acompanhando a partida, lamentou.
- Ele caiu sozinho e morreu. É um imenso choque para toda a família esportiva do Sudão - disse ele, que pediu para não ser identificado, à imprensa do país.
Por conta do ocorrido, o árbitro suspendeu a partida. O clube divulgou um comunicado que descrevia o jogador como "exemplo de uma pessoa profissional, empenhada e um símbolo de lealdade".
Idahor, ex-jogador da seleção nigeriana sub-23, iniciou a carreira em 2003, no Julius Berger, da Nigéria. No ano seguinte, acertou com o Dolphins, onde atuou por duas temporadas. O atacante chegou ao Al-Merreikh, do Sudão, em 2006 e disputou 176 jogos pelo clube, marcando 118 gols.

Vasco sul-africano repete o feito do carioca e chega à Primeira Divisão

   
     A distância entre a tradição do Vasco original para a do Vasco sul-africano é mais ou menos como a que separa São Januário do acanhado estádio de Parow, a 20 minutos do centro da Cidade do Cabo. Mas por um domingo, o primo menos famoso do Vasco pôde sentir a força da cruz de malta e a sensação de jogar num caldeirão. Com um calor beirando os 40 graus, quase cinco mil torcedores superlotaram o pequeno campo para ver a partida mais importante dos 30 anos de história do clube. Gente espremida nas duas arquibancadas, de pé atrás da baliza, nos terraços dos prédios, vibrando com a chance de o time chegar pela primeira vez à elite do futebol do país. Criado em homenagem ao Vasco carioca, com escudo e uniforme iguais, o clube sul-africano repetiu a história que se viu no Brasil em 2009 e chegou à primeira divisão ao bater o Black Leopards por 2 a 1.

- Aqui pode não ter nenhum Cristiano Ronaldo, nenhum Kaká, mas esse é um time de soldados. Lutamos muito, demos o nosso máximo para a realização deste sonho - disse o capitão Keenin Lesch, que fez, de pênalti, o gol da vitória.

Antes disso, o empate levava a decisão da segundona para os pênaltis. Os dois primeiros gols saíram na etapa inicial, quase simultaneamente. O Vasco abriu o placar aos 27 minutos, com Bradley August, de cabeça, após cobrança de escanteio. Os jogadores ainda comemoravam com os torcedores quando o Black Leopards deu a saída, Bobe fez jogada pela direita e cruzou para Grant empatar.
E o início do segundo tempo animou os torcedores visitantes, que cruzaram a África do Sul de Limpopo, a província mais ao norte do país, até o extremo sul da Cidade do Cabo. Foram mais de 1,8 mil quilômetros de ônibus, 24 horas de viagem, que até os 34 minutos do segundo tempo pareciam valer a pena. Mas aí o atacante vascaíno Serunkuma recebeu na área, dominou de costas para o gol e foi derrubado. Lesch pegou a bola, botou na marca e rolou com estilo no canto esquerdo do goleiro: 2 a 1. O Black Leopards ainda perdeu um gol na pequena área, depois o Vasco acertou o travessão, mas a história terminou com final feliz para os vascaínos, a maioria descendentes de portugueses. Na comemoração pelo inédito acesso, gritavam "Vasco" e "Portugal".
- A comunidade portuguesa aqui na África do Sul é enorme, deve ter umas 500 mil pessoas. Por isso meu irmão, Marcelino Vasco, criou o clube. Ele foi ao Brasil, viu que o Vasco representava a comunidade portuguesa e quis fazer o mesmo aqui. Foi também uma homenagem ao meu pai, que se chamava Vasco. Nosso Vasco da Gama foi um sonho que eles sonharam juntos. Hoje estamos aqui, no dia mais importante da nossa história - contou Yvonne de Nóbrega, irmã de Marcelino, vestida com uma camisa do Vasco brasileiro.
Fundador do clube, Marcelino preferiu assistir ao jogo pela televisão em casa, para evitar problemas cardíacos. Mas deve estar sorrindo até agora com o horizonte que se abriu para o clube. A conquista da segunda divisão garantiu um cheque de 300 mil rands, o equivalente a R$ 70 mil reais, um pouco mais que a folha salarial. Mas valeu, principalmente, para colocar o Vasco em outro patamar no futebol sul-africano. Agora na primeira divisão, o clube receberá mensalmente cerca de R$250 mil da Liga profissional, fora a possibilidade de finalmente atrair patrocinadores. Até hoje o time era bancado por uma espécie de conselho com 31 integrantes.

- Não posso dizer quanto gasto com o Vasco porque senão minha mulher me mata - brinca Mario das Neves, presidente do conselho e irmão do técnico do clube. - Em geral cada um dá pelo menos uns 10 mil rands (R$2,5 mil) todo mês.
Além de mais dinheiro, o acesso deve transferir os jogos do Vasco sul-africano para um estádio maior que o de Parow. Haverá mais renda, mais público, mais atenção, jogos contra os grandes clubes do país já a partir do segundo semestre de 2010. Neste domingo, o primo mais novo do Vasco brasileiro tornou-se um pouquinho maior. Repetiu o feito dos brasileiros e colocou o Vasco na elite nos dois lados do Atlântico.

Jogador de futsal morre depois de se ferir em partida festiva no Paraná

    
            O jogador de futsal Robson Rocha Costa, de 23 anos, morreu neste domingo após sofrer um grave ferimento enquanto disputava uma partida festiva de futsal no sábado, em Guarapuava, centro-sul do Paraná. O jogo era válido pela Copa 200 Anos, entre as equipes do Guarapuava/Deportivo Futsal e Palmeiras/Jundiaí no Ginásio Joaquim Prestes. O atleta foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Hospital São Vicente de Paulo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 7h desta manhã. O ginásio foi interditado logo após o incidente.

Robson teria se machucado ao dar um carrinho na quadra de futsal. Um pedaço de madeira teria se soltado do piso e o ferido. A madeira teria entrado pela sua coxa e atingido o intestino do atleta, causando hemorragia interna.
O jogador, que chegou ao hospital por volta das 20h de sábado, passou por uma cirurgia, mas não resistiu ao ferimento. O corpo foi encaminhado por volta das 7h para o Instituto Médico Legal (IML) de Guarapuava, que após necrópsia constatou que o jogador morreu vítima de um choque hemorrágico.
As investigações ficarão por conta do Instituto de Criminalística de Guarapuava. A Polícia Militar (PM) deve encaminhar no fim da tarde deste domingo o boletim de ocorrência para a Polícia Civil. Assim, a delegada Maria Nysa Moreira Nanni deve analisar nesta segunda o processo e decidir se instaura o inquérito para apurar as causas da morte.
O corpo foi velado na Capela Mortuária Municipal onde permaneceu até por volta das 13h e foi transladado para a cidade de São Miguel do Iguaçu.
Segundo informações, ele tinha residência fixa há um mês em Guarapuava e morava com uma companheira. O restante da família é de Foz do Iguaçu, na região Oeste.
A Copa 200 Anos, promovida pela Secretaria de Esportes da Prefeitura Municipal de Guarapuava, reuniu as equipes do Guarapuava/Deportivo, Atlântico de Erechim (RS), Krona de Joinville (SC) e Palmeiras/Jundiaí (SP). Era um torneio festivo e visava à preparação do time de Guarapuava para o Campeonato Paranaense – Série Ouro, que começa no dia 13.

Lusa sai na frente, mas cede à pressão do Peixe, que empata no fim

       
        Num grande jogo no Canindé, a Portuguesa conseguiu acabar com uma sequência de dez vitórias consecutivas do Santos. A Lusa só não foi capaz de segurar a vitória. Vencia por 1 a 0 até os 44 minutos do segundo tempo, mas sucumbiu à pressão do Santos, que empatou com Zé Eduardo. Se serve de consolo para os lusitanos, a Portuguesa é mesmo a pedra nas chuteiras dos quatro maiores clubes de São Paulo neste estadual. A equipe não perdeu para seus principais rivais: empatou com Palmeiras (1 a 1), Corinthians (1 a 1), Santos e venceu o São Paulo (3 a 1).

O Santos segue na liderança do estadual, com 32 pontos. Já a Lusa vai a 21 e continua na luta pela classificação.
O Peixe volta a campo na próxima quarta-feira, às 21h50m (Brasília), para enfrentar o Naviraiense-MS, pela Copa do Brasil. Já a Portuguesa joga sábado, às 19h30m, contra o São Caetano, no Canindé, pelo Paulistão.

Lusa breca a molecada

A Portuguesa segurou os meninos da Vila Belmiro. Com uma marcação muito forte no meio de campo e três zagueiros bem posicionados, a Lusa conseguiu fazer com que a bola não chegasse redonda para os atacantes do Peixe. A equipe alvinegra tentava jogar pelo meio, tentando aproveitar André como pivô, sua jogada característica. Não conseguiu. A Lusa, firme, não deu moleza para o centroavante santista.
No ataque, a equipe, do Canindé deitou e rolou pelo seu lado esquerdo. O técnico do Santos, Dorival Júnior, posicionou Wesley na ala direita e Roberto Brum pelo meio, mas ajudando na cobertura do setor direito. Perdidos na marcação, os dois não conseguiam brecar as subidas de Fabrício. Athirson também caía muito bem por ali. Como havia espaço, até o atacante Luis Ricardo foi jogar pelo lado esquerdo.
O Peixe também tinha dificuldades pelo meio. Com Brum enrolado com Wesley na lateral, sobrou para Arouca marcar sozinho na cabeça de área. Quando Arouca saía para iniciar jogadas, abria-se um enorme espaço em frente à zaga santista. Com isso, Marco Antônio e Athirson tiveram muita liberdade para jogar. Foi assim que a Lusa abriu o placar, aos 14 minutos. Marco Antônio acertou um belo lançamento para Heverton, que recebeu na direita. Edu Dracena demorou demais para chegar e o atacante deu um toque certeiro de pé direito. A bola entrou no canto direito de Felipe.
O Santos tentou se mandar de vez para o ataque, mas insistindo demais pelo meio. Os jogadores ignoravam os insistentes pedidos de Dorival Júnior, que queria ver jogadas pelas pontas. Na única tabela correta acertada pelo time alvinegro, aos 17, Neymar largou Robinho na cara do gol. O Rei das Pedaladas chutou de canhota e o goleiro Fábio fez grande defesa.
Aos 35 minutos, vendo que seu time estava perdidinho na marcação no meio, Dorival Júnior colocou o meia Marquinhos no lugar de Roberto Brum. Marquinhos não é tão bom marcador, mas segurou bem a bola e deu qualidade nas saídas do Peixe. Com isso, a equipe alvinegra deixou de ser tão vulnerável.

Peixe pressiona muito e arranca empate no fim
O Santos voltou voando para o segundo tempo. O time acertou sua marcação no meio, com Arouca melhor posicionado e Wesley sem deixar Fabrício dominar pela esquerda. Dessa forma, o Peixe passou a jogar dentro do campo da Portuguesa. O goleiro Fábio via santistas por todos os lados. Robinho entrava pela direita, Neymar, pela esquerda. Marquinhos e Ganso pelo meio. A Lusa se salvava como podia.
Aos 11, Marquinhos recebeu de Robinho e, livre, de frente pelo goleiro, preferiu cruzar em vez de arrematar a gol. A zaga cortou. Aos 12, Neymar chutou de esquerda e obrigou Fábio a fazer grande defesa.
Como o Peixe se mandou para o ataque, a Lusa tinha espaço para contra-atacar. Houve chances e o jogo, que já era muito bom, melhorou ainda mais. Aos 21, Athirson tabelou com Luis Ricardo e perdeu para a zaga. Na sobra, Athirson chutou cruzado. A bola passou raspando a trave direita.
O Peixe respondeu em seguida. Wesley recebeu pelo meio e chutou colocado. A bola passou muito perto, à esquerda. Não havia tempo para respirar. Aos 26, Paulo Henrique Ganso acertou uma ótima enfiada de bola para Robinho, pela direita. O camisa 7 recebeu livre, mas o goleiro Fábio saiu para fechar o ângulo. Robinho, então, cruzou, mas ninguém apareceu para empurrar para dentro.
A Lusa sobrevivia à pressão santista e se lançava para o ataque. Aos 29, Athirson cruzou para Luis Ricardo chutar. O goleiro Felipe defedeu em dois tempos. Mas a pressão santista era mais intensa. Aos 37, a zaga da Lusa afastou mal e a bola sobrou para Robinho, que chutou cruzado, dentro da pequena área. Fábio fez outra grande defesa.
A pressão do Peixe acabou sendo insuportável para a Portuguesa. Aos 44, Zé Love, que havia entrado no lugar de André, aproveitou rebote de Fábio, após chute de Ganso, e estufou as redes. A torcida do Peixe explodiu e passou a confiar na virada. Aos 49, a Lusa ficou com um a menos, pois Athirson se chocou com Wesley e se machucou. Deixou o jogo chorando e não pôde ser substituído, pois a Lusa já havia feito três alterações. Mas não houve tempo para o Peixe.

Ao fim, a galera alvinegra reconheceu o empenho do time e aplaudiu.

Ficha técnica:
PORTUGUESA 1 x 1 SANTOS

Fábio, Preto Costa, Thiago e Domingos; Paulo Sérgio, Glauber, Marco Antônio (Henrique), Athirson e Fabrício; Héverton (Jean Natal) e Luis Ricardo (Rodrigo Silva).
Técnico: Vagner Benazzi


Felipe, Wesley, Edu Dracena, Durval e Pará (Madson); Arouca, Roberto Brum (Marquinhos) e Paulo Henrique Ganso; Neymar, André (Zé Eduardo) e Robinho                                                                           Técnico: Dorival Júnior

Gols: Héverton, aos 14 minutos do primeiro tempo; Zé Eduardo, aos 44 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Athirson, Fábio (Portuguesa), Durval, Pará (Santos). Cartão vermelho: .
Estádio: Canindé, em São Paulo. Data: 07/03/2010. Árbitro: Rodrigo Braghetto. Auxiliares: Rafael Ferreira da Silva e Leonardo Ferreira Alves. Renda e público: R$ 369.090,00/9.135 pagantes

RN: É CAMPEÃO! Coríntians levanta a taça do 1º turno

       O Coríntians fez o necessário para reverter a vantagem do América e se sagrou campeão do primeiro turno no Campeonato Potiguar, neste domingo, ao vencer, por 2 a 0. No primeiro jogo, o Mecão ganhou, por 3 a 1, e poderia perder por um gol de diferença.

Os gols do título saíram na primeira etapa com Nonato e Zé Maria. Aos 21 minutos, Marquinhos ganhou a disputa pela bola e cruzou para Nonato empurrar para as redes. Aos 42, a zaga não afasta e Zé Maria manda para o gol.

No segundo tempo só de América. O Mecão pressionou do início ao fim. O jogo foi quente, mas a expulsão de Magrão esfriou os ânimos do América. Com um a menos, o Mecão não conseguiu o gol do tíitulo.
Nesta partida o América promoveu a estreia do treinador Francisco Diá, que vinha dirigindo o Mogi Mirim no Paulistão.
O Corinthians, que é da cidade de Caicó, tem como treinador Pedrinho Albuquerque, foi preparador físico de vários times do Rio Grande do Norte. Um dos jogadores do time é o zagueiro Tuta, que jogou no Guarani de Campinas em 2006/2007 e que foi revelado pela Caldense-MG.

Jejum
O América é o segundo maior campeão estadual, com 32 títulos, ficando atrás somente do ABC, que já venceu 50 vezes. No entanto, o Mecão não ergue a taça do Campeonato Potiguar desde 2003, e nos últimos dois anos não chegou sequer à decisão.
Já o Corintians conquistou o título estadual somente uma vez, em 2001, e foi vice no ano seguinte, perdendo a decisão justamente para o América.

PLACAR NACIONAL E INTERNACIONAL

Paulistão - 13ª rodada

Rio Branco 2 x 2 Mirassol
São Caetano 0 x 1 Corinthians
Portuguesa 1 x 1 Santos
Ponte Preta 0 x 2 São Paulo
Santo André 4 x 1 Botafogo
Rio Claro 0 x 0 Mogi Mirim
Ituano 1 x 0 Paulista

Alagoano - 12ª rodada
Santa Rita 0 x 0 CSE
Coruripe 1 x 0 Murici

Amazonense - 4ª rodada
Fast Clube 1 x 2 Nacional
Penarol 2 x 1 Manaus Compensão
Princesa do Solimões 1 x 2 Sul América

Baiano - 12ª rodada
Bahia 3 x 1 Colo Colo
Camaçari 1 x 3 Vitória
Bahia de Feira 0 x Fluminense de Feira
Ipitanga 1 x 2 Vitória da Conquista
Madre de Deus 1 x 2 Feirense
Itabuna 0 x 2 Atlético

Brasiliense - 12ª rodada
Brasiliense 2 x 0 Gama
Atlético Ceilandense 2 x 1 Ceilândia
Luziânia 2 x 1 Botafogo

Capixaba - 5ª rodada
Rio Bananal 2 x 0 Rio Branco

Carioca - 3ª rodada segundo turno
Duque de Caxias 2 x 1 Tigres do Brasil
Olaria 0 x 1 América
Americano 1 x 1 Friburguense
Vasco da Gama 1 x 0 Boavista
Fluminense 2 x 1 Botafogo

Catarinense - 3ª rodada
Chapecoense 1 x 3 Avaí
Brusque 3 x 1 Juventus
Imbituba 1 x 0 Atlético Ibirama

Cearense - 3ª rodada do segundo turno

Ferroviário 2 x 1 Boa Viagem
Fortaleza 3 x 1 Crato
Guarany 1 x 0 Limoeiro
Horizonte 2 x 1 Itapipoca
Guarani 1 x 1 Ceará

Gaúcho - 2ª rodada do segundo turno
São Luiz 0 x 1 Internacional
Universidade 3 x 2 Pelotas
Veranópolis 2 x 4 São José
Santa Cruz 1 x 1 Caxias
Novo Hamburgo 2 x 0 Inter SM

Goiano - 13ª rodada
Anapolina 2 x 1 Goiás
Itumbiara 1 x 1 Santa Helena
Crac 4 x 2 Canedense
Trindade 1 x 1 Morrinhos

Matogrossense - 10ª rodada
Barra do Garças 2 x 1 Mixto
União Rondonópolis 2 x 1 Rondonópolis
Operário 0 x 1 CRAC
Cáceres 0 x 4 Luverdense

Mineiro - 8ª rodada
Caldense 4 x 0 Villa Nova
Tupi 3 x 2 Cruzeiro

Paraense - Semifinal 1º turno
Remo* 2 x 2 São Raimundo
* Finalista

Paraibano - 9ª rodada
Auto Esporte 1 x 3 Campinense
Treze 3 x 0 Queimadense
Nacional 1 x 0 Botafogo
Sousa 3 x 1 Esporte
Atlético Cajazeiras 1 x 2 Desportiva

Paranaense - 11ª rodada
Serrano 0 x 1 Paraná
Nacional 1 x 1 Iraty
Cianorte 2 x 0 Engenheiro Beltrão
Toledo 5 x 1 Rio Branco

Cascavel 4 x 3 Paranavaí
Atlético 1 x 1 Coritiba

Pernambucano - 14ª rodada
Araripina 3 x 1 Vera Cruz
Porto 0 x 4 Sport
Salgueiro 5 x 1 Central
Santa Cruz 1 x 0 Cabense
Vitória 1 x 1 Sete de Setembro


Piauiense - 1ª rodada
04 de Julho 0 x 0 Flamengo
River 2 x 2 Parnahyba

Potiguar - Final 1º turno
Corintians* 2 x 0 América
* Campeão 1º turno

Rondoniense 1ª rodada
Moto 0 x 1 Rolim de Moura
Ariquemes 0 x 1 Shallon

Sergipano - 11ª rodada
América 1 x 1 Confiança
Riachuelo 2 x 2 Guarany
Itabaiana 2 x 1 São Domingos
Sergipe 3 x 3 Olímpico

Sul-Matogrossense - 7ª rodada
Costa Rica 0 x 3 CENE
Rio Verde 1 x 0 União
Pantanal 1 x 2 Naviraíense
Mundo Novo 1 x 2 Ivinhema
Itaporã 2 x 0 Guaicurus

Tocantinense - 1ª rodada
Palmas 1 x 2 São José

INTERNACIONAL:
Alemão - 25ª rodada

Hoffenheim 0 x 1 Mainz
Nuremberg 3 x 2 Bayer Leverkusen

Espanhol - 25ª rodada
Espanyol 0 x 0 Villarreal
Malaga 2 x 4 Xere
Mallorca 3 x 0 Sporting Gijón

Osasuna 0 x 0 Getafe
Athletic Bilbao 2 x 0 Valladolid
Zaragoza 1 x 1 Atlético de Madrid

Francês - 27ª rodada
Olympique de Marselha 1 x 1 Lorient
Grenoble 1 x 1 Le Mans
Bordeaux 1 x 1 Montpellier

Inglês - 28ª rodada
Everton 5 x 1 Hull City

Italiano - 27ª rodada
Bologna 2 x 1 Napoli
Atalanta 0 x 0 Udinese
Bari 1 x 0 Chievo
Siena 1 x 1 Parma
Cagliari 2 x 2 Catania
Palermo 1 x 0 Livorno
Sampdoria 2 x 1 Lazio
Internazionale 0 x 0 Genoa

Português - 22ª rodada
Marítimo 0 x 0 Academica
Belenenses 0 x 4 Sporting
Benfica 3 x 1 Paços Ferreira